Ronaldo Rodrigues de Carvalho é o meu nome de batismo. Meu pai me chamava de Nado, e eu gosto de identificar meus trabalhos artísticos  com esse pseudônimo. Quem sou eu? Ainda estou descobrindo, e esta busca alimenta minha energia vital e me faz aprender e aprimorar a cada ato. Sou formado em arquitetura e urbanismo, artes que adoro tanto quanto música, poesia, literatura, desenho e outras coisas mais.

Durante muitos anos da minha vida achei que teria que me especializar em alguma coisa pra ser valorizado, e hoje, após muitas tentativas, resolvi me assumir como “especialista em nada”, o que me faz sentir leve e seguro porque posso falar sobre tudo de forma lúdica e bem humorada, assumir sem culpa a minha ignorância e transmitir os valores que acredito a quem se interessar, sempre com o espírito absorvente e sedento por novos aprendizados.

A inquietude talvez seja minha maior característica, e é ela que me leva a fazer de tudo um pouco, assimilando os aprendizados necessários para a conexão das informações com as pessoas, das informações com as informações, das pessoas com as pessoas e vice-versa.

Tenho como paixões hoje, além da minha esposa e três filhos, a “nova arquitetura” (verdadeira arquitetura) que descobri após estágio na Earthship School, nos EUA, construindo casas autônomas e sustentáveis com pneus e garrafas usadas. Biomimética, Design Thinking, inovação e aprendizagem com sentido são alguns dos assuntos que dedico meu tempo de estudo e prática atualmente.

Assim como o pato que nada, voa e anda, componho e toco músicas sem ser músico, faço poesias sem ser poeta, escrevo estórias sem ser escritor, faço caricaturas, projeto  e construo coisas, pratico remo, faço palestras e outras coisas legais sem a responsabilidade de ser nada mais do que um indivíduo da espécie humana em evolução.

Minhas vivências de 15 anos em uma “carreira bem sucedida” como funcionário de uma multinacional pública me fizeram buscar sentido fora da caixa, e uma das bases para este sentido encontrei no Movimento Orgânico,  que traz uma visão prática e simples da vida, muitas vezes perdida nas ilusões imaginárias dos sistemas mecânicos e insustentáveis dos quais nos tornamos dependentes.

Inspirar é minha esperança, aprender é meu propósito e ser feliz sem fazer força é meu maior desafio!