Um dia o guerreiro entrou numa caixa,e disseram a ele que nela estaria pra sempre protegido
Mas, como acontece em toda caixa, passaram pra ele uma missão: buscar os potes de
ouro postos além do arco-íris.
E este é o princípio da epopeia do pote na caixa.
Ponha o seu capacete e se prepare, a pista é longa e você precisa pisar fundo!
Passar pelos outros e ser o primeiro, porque os potes são poucos pra muitos pretendentes.
Sentindo-se pronto, protegido e preparado, o guerreiro pôs-se a percorrer a pista na perseguição do pote.
E a competição era porreta!
Passou por perrengues e privações nesse período.
Penou, mas persistiu até pegar o primeiro pote.
Porém, percebeu que era pouco, precisava pegar mais potes, e potes mais pesados
E se preparou pra ser mais potente, preciso e precavido
Porque os potes continham prêmios, e davam pontos.
E os pontos o protegiam e lhe davam poder.
E ele não pediu passagem, apenas foi passando pelas pessoas, pegando e ampliando sua porção de potes
Só que nessa competição por potes, poder e proteção, ele também viu muita porrada
Empurra-empurra
Pessoas pisando em pessoas
E topando qualquer parada
E percebeu durante o percurso
Que nos potes não haviam só pontos e prêmios
Porque as pessoas iam pondo neles uma porção de porcaria
E, sem perceber incorporavam essas práticas perversas
Punham, além dos pódios e promoções,
Pedras, paus, culpas e punições
Porque o que premia pode privar
E o que protege pode prender
Privação, prisão, pecado, pena, podas, perdas, pressa, pressão, desperdícios,
depressão, pílulas, passado
E pá daqui, pá de lá
E passa o tempo
E passa 1, passam 5, passam 10…
E PERAÍ!!
PARA TUDO!!
Para pra pensar se vale a pena
E pra perguntar:
Por que disso?
Pra que isso?
Que pote é esse?
Que porra é essa?
Pra que essa pressa?
Descansa, descontrai
Deixa os potes
Esquece as posses
Para, espera, respira…
Quem quiser que te passe!
Precisa mesmo destes potes?
Desses pesos nos ombros?
Dessa pressão nas pernas, nos pulmões e nos pulsos?
É tudo aparência!
Promessas e passos impossíveis!
Uma peça de palhaços que não fazem piada
E ele pausou…
Parou, olhou pra trás e pensou
Em quantos arco-íris deixou de apreciar
Procurando potes, prêmios e poder
E porque, por precaução ou medo de punição,
Penalizou seu próprio tempo?
Perdeu…
Mas aprendeu!
E quando ele aprende, pensa que não perde
Porque a consciência do passado
E a postura positiva
São as pontes para o perdão
E do perdão para o desapego é um pulo
E é por aí que o guerreiro pretende ir
Partir pra outras possibilidades
Percorrer novas estradas
Parar de correr e curtir a caminhada
E nos potes pesados que ele carregava
Plantou flores e deixou na estrada
E a partir desse ponto, se despede da caixa
Não se importa muito com o que além do arco-íris haja
Portanto quer carregar consigo então
Só coisas que cabem no seu coração
Tipo paz, pureza, poesia e paixão!
Amigos, Alegria, Amor e Atenção!

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