Estamos em transição em várias áreas. E o trabalho não escapou. Se antes a linguagem profissional de um candidato à emprego estava ancorada apenas em diplomas e conhecimento técnico hoje cabe saber o que lhe traz felicidade. A vida profissional não é separada da vida. Portanto, não dá para postergar ser feliz também no trabalho.

Do outro lado do portão estão as empresas. Em geral, os profissionais de RH recebem o currículo cheio de títulos e experiências e fazem um filtro. Se você passar nessa primeira seleção, pode ter a chance de atravessar o portão daquela organização. A partir daí, se os profissionais se interessarem, as perguntam levarão vocês a se conhecerem melhor. Ou não. Talvez a conversa seja extremamente formal e não vá muito além do currículo.
Nesse novo mundo em que as pessoas querem ser feliz também no trabalho, como deveria ser a contratação? E como você poderia se mostrar aos donos de um CNPJ?
Vamos conversar sobre isso no acordar e agir de hoje? Com Renan Carvalho, Marcos Bucco e Carlos Henrique Roncalio