É interessante como existe uma semelhança entre a evolução de toda a humanidade e a evolução da vida de um ser humano. Quanto mais nos aprofundamos em estudos antropológicos e arqueológicos sobre como a raça humana se desenvolveu, mais percebemos que os estágios de desenvolvimento de nossa vida parecem se espelhar nos estágios de desenvolvimento da humanidade até hoje.

As fases da evolução humana

Veja bem, nós nascemos puros e, ainda como bebês, manifestando livremente nossa essência humana, vivendo instintivamente no aqui e agora, uma vida abundante que já sabemos viver, pois já vem programada em nosso DNA. Então a partir dos 5, 6 anos, começamos a receber e aceitar, pouco a pouco, uma influência de nosso meio sob a forma de crenças, tradições, cultura e educação.

Durante a maior parte da infância e adolescência nós aceitamos meio que timidamente essa influência. Uns mais e outros menos dependendo do nível de controle exercido pelos pais. Ainda conseguimos, apesar de cada vez menos, viver intensamente o presente em diversos momentos. Mas durante esta fase, a influência dos padrões vai exercendo seu papel cada vez mais fortemente sobre nós.

Essa influência nos faz acreditar em escassez, em competição, e no controle de nosso ambiente e de nossa vida para tentarmos garantir conquistas materiais futuras e reconhecimento social. Estas crenças vão moldando nossa vida fazendo com que, ao chegarmos no estágio de adultos, tenhamos nos afastado totalmente de nossa natureza e passemos a viver dentro do padrão mantido por estas crenças, um padrão que consideramos “normal”: uma vida de sacrifício, muito trabalho, pouco tempo livre e totalmente direcionada para conquistas materiais ou sociais (reconhecimento, bens, títulos e rótulos) que garantam um futuro. Conquistar, conquistar, conquistar, competir, competir, competir…

Porém, já na fase adulta, essa vida de sacrifício, competição e conquistas cobra seu preço, que geralmente vem sob a forma de sofrimentos, sejam eles físicos (péssima alimentação, sedentarismo, maltrato do organismo e doenças de um modo geral), mentais (transtornos de sono, ansiedade, depressão e vícios) e sociais (solidão, carência afetiva, conflitos). Apesar desse preço ser cobrado a partir de qualquer momento na vida adulta, hoje em dia já é visível também na adolescência e até na infância. 

Após enfrentar alguns ou vários desses sofrimentos e muitas vezes de já estar vivendo sob suas sequelas, o ser humano, quase sempre já idoso, percebe que sua vida é consequência de suas escolhas, consequência da importância que deu para coisas que não deveria ter dado. Percebe que não viveu a vida que gostaria de ter vivido, que não se dedicou suficientemente para as pessoas que gostaria de ter se dedicado. E que quando era criança sim, vivia feliz. E então, se ainda tiver tempo, tenta viver assim novamente.. não se importando muito com as coisas que aqueles adultos mais jovens ainda se importam.

Porém, para muitos, esta percepção surge somente à beira de um leito de morte, assim como mostra o livro “Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte”, da enfermeira australiana Brownie Ware, que conviveu 8 anos com pacientes terminais e compilou os 5 grandes arrependimentos de suas vidas*.

Mas essa percepção também já está surgindo muitos antes, seja porque as pessoas estão pagando seu preço cada vez mais jovens (bem antes de se tornarem idosos, já no início da fase adulta ou até como adolescentes), ou, felizmente, pela percepção que pessoas estão tendo de não querer pagar esse preço, de não querer sofrer as mesmas consequências que seus pais, familiares ou amigos sofreram, por terem vivido dentro deste padrão. Graças a esta percepção hoje podemos ver muitos jovens fazendo a escolha por não seguir o padrão (algo impensável alguns anos atrás, antes da informação estar abundantemente disponível). 

Simplificadamente podemos considerar estas as fases da evolução de um ser humano – infância, adolescência, fase adulta, e fase senil. E agora, felizmente cada vez mais cedo, está aparecendo para muitos a fase da Consciência.

O paralelo com a humanidade

A humanidade até agora também possui fases de evolução muito parecidas com esta evolução da vida humana. Nós tivemos um período de infância, quando éramos caçadores coletores e vivíamos instintivamente uma vida abundante no aqui e agora.

Depois passamos pela revolução agrícola, onde começamos pouco a pouco, timidamente a acreditar em escassez, propriedade, controle e sacrifício do presente pelo futuro. Nesta fase tímida, muito da humanidade ainda vivia seus momentos de aqui e agora, e as conquistas eram bem modestas (pequenos pedaços de terra e alguns rebanhos), ou seja, vivíamos em uma fase semelhante à adolescência.

Então, após surgirem a escrita e a contabilidade e após aprendermos a dominá-las, nós entramos na vida adulta, e então começamos a combater cada vez mais a escassez, controlar cada vez mais o nosso ambiente, conquistar, conquistar, conquistar, competir, competir e competir. E assim foram impérios atrás de impérios, guerras atrás de guerras, doenças atrás de doenças e muito crescimento material, culminando com a explosão dos últimos séculos.

Ou seja, como humanidade, já na fase adulta, nós vivemos com toda força essas crenças (da escassez, do controle, do sacrifício do presente, da competição e da conquista material), e também fomos pagando o preço delas (sob a forma de guerras, doenças e conflitos, destruição do meio ambiente, e ultimamente, um número cada vez maior daqueles transtornos mentais e sociais que comentamos)… 

Até que agora chegarmos ao ápice deste padrão, que veio com as revoluções industrial e tecnológica, pela qual estamos passando. E tecnologia é interessante, porque se por um lado acelera e reforça ainda mais esta crença na escassez e no controle, por outro lado, graças às informações que fornecem, nós permitem acessar conhecimento, e assim, ir despertando nossa consciência. Nos permite perceber o quanto este padrão da humanidade gerou e continua gerando consequências cada vez mais dolorosas para todos nós. E nos possibilita, assim, fazer a escolha de não mais seguir este padrão.

Neste momento, assim como aquele adulto ou idoso que está pagando o preço ou já vive suas sequelas, estamos acordando para a fase da consciência, ou seja, para o fato de que, como humanidade, demos importância e perseguimos crenças que geraram consequências muito prejudiciais para nós mesmos, e que de fato, tínhamos uma vida melhor quando vivíamos como crianças, no aqui e agora, de forma mais colaborativa e abundante. E se tivermos tempo, ainda queremos viver assim novamente. Então paramos de nos importar com aquilo que o resto da humanidade continua se importando. O quadro abaixo resume esta comparação entra as fases de nossa vida, e as fases da humanidade.

Fases da vida de um ser humano x fases da história da humanidade

 

Toda esta história nos leva à grande chave capaz de abrir o cofre que nos tira do padrão: A Consciência.

Quando somos crianças vivemos uma vida plena, porém, não somos conscientes disso, nossa consciência ainda não passou por todo desenvolvimento necessário… É importante nesta fase, para nosso crescimento como ser humano, experimentar, errar, sofrer consequências, e assim ir tomando consciência das ações, reações e pensamentos que causam um impacto útil ou prejudicial para nós mesmos. Este é o processo de aprendizado de um ser humano, a evolução natural de sua consciência.

E com a humanidade parece haver muita semelhança, ou seja, antes, quando éramos caçadores coletores, apesar de vivermos uma vida plena e abundante, não tínhamos consciência disso… E então, como humanidade, precisávamos experimentar, errar e sofrer as consequências para então tomarmos consciência daquilo que causa um impacto útil ou prejudicial para nós. Assim como o ser humano, este também parece ser o processo de aprendizado da humanidade, ou sua evolução natural.

Outra coincidência interessante é que, o aprendizado de um ser humano vai ocorrendo aos poucos… ou seja, para aquele ser humano que já despertou uma certa consciência, cada erro, cada consequência, cada célula que reclama, cada reflexão, vai gerando um pouquinho mais de consciência. E um pouquinho mais de consciência já provoca ações e reações diferente na vida de uma pessoa, já provoca um aprendizado, um desenvolvimento.

O mesmo parece acontecer com a humanidade. Pouco a pouco, cada vez mais pessoas estão despertando para algum tipo de consciência, seja de vida e saúde, de relação social, de meio ambiente, de paz emocional. E a soma desses despertares vão fazendo com que a humanidade como um todo, também vá ampliando sua consciência. E qualquer pouquinho de consciência a mais também já provoca ações e reações diferentes na humanidade, provoca algum tipo de aprendizado, de crescimento. 

A diferença que existe entre um ser humano e a humanidade como um todo, parece ser só uma questão de tempo, ou seja, enquanto o aprendizado de um ser humano ocorre em um período de 70-80 anos, o aprendizado da humanidade como um todo está ocorrendo em um período de cerca de 200 mil anos (considerando somente o surgimento do Homo Sapiens)… Mas como o tempo, segundo Einstein, é relativo, então pode ser que esses períodos de tempo estejam bem próximos um do outro, pois no final das contas tudo depende de pontos de vistas…

Ter ciência do experimentar, errar e aprender humano 

Então, seja no caminhar de um único ser humano, ou de toda a humanidade, parece que a chave para a liberdade, plenitude e abundância está na consciência. Consciência que nos liberta, nos preenche, e nos guia. Consciência que torna-se um grande propósito, uma grande razão de ser… Pois se estamos vivendo nesta humanidade, é certo que ainda não tomamos consciência de tudo que precisamos tomar. É certo que ainda não aprendemos tudo que precisamos aprender.

Certa vez me veio o insight de que o ser humano está com o nome errado, deveria se chamar “aprender humano”. Pois se não precisássemos aprender nada, se não precisássemos tomar consciência de nada, não faria o menor sentido nascermos (pelo menos não neste nosso mundo, não nesta nossa humanidade).

O aprendizado está em nossa essência, em nosso DNA. Crianças, desde a fase uterina, já estão experimentando, errando e aprendendo. E consciência é parte inerente deste processo de experimentação. A partir de determinado momento, ao experimentar, errar e aprender, as crianças tornam-se conscientes de seus corpos, de seus sons, de seu equilíbrio, das imagens que veem, dos gestos e reações das pessoas ao seu redor, do estado emocional de seus pais, enfim… a cada momento, a cada passo, a criança vive totalmente alerta ao momento presente, experimentando, errando, aprendendo e desenvolvendo consciência de como lidar com tudo ao seu redor.

E assim deveríamos, como seres humanos que somos, em respeito ao nosso próprio DNA, continuar uma vida onde experimentamos, erramos, aprendemos e adquirimos consciência de forma intermitente em nossa vida. Deveríamos, durante nossa jornada de vida, não só como crianças, mas também como adolescentes e adultos, estarmos cada vez mais, através da experimentação, do erro e do aprendizado livre, ampliando nosso estado de consciência da realidade ao nosso redor.  E felizmente, agora, estamos percebendo isso.

O estado de consciência, em português, pode ter um significado muito simples. Consciência = Com Ciência que por sua vez = Ter Ciência. Ciência não é só conhecimento teórico. Ciência abrange conhecimento teórico e prático, evidências empíricas. Portanto parte inerente da ciência é a experimentação. A prática. A ação. O fato de só termos conhecimento teórico, ou de sabermos algo, não significa que estamos conscientes. Para estarmos conscientes é preciso estarmos experimentando, vivenciando, transformando este conhecimento em práticas na nossa vida. 

Se estou ciente, ou tenho ciência, significa que estou alerta entendendo e procurando entender e agir sobre a realidade que me cerca aqui e agora, ou seja, não estou perseguindo ilusões que estão fora de minha realidade presente, e nem agindo como se estas ilusões fossem reais.  

O estado de consciência significa, tanto na teoria como na prática:

  • Estarmos cada vez mais cientes do que somos, de qual é nossa essência, a nossa realidade e nosso campo de ação nesta vida, e tanto daquilo que temos como daquilo que não temos controle.
  • Estarmos cada vez mais cientes dos impactos ou consequências em nossa própria vida, na dos outros e no mundo, daquilo que pensamos, desejamos, acreditamos ou fazemos.
  • Estarmos cada vez mais ciente das influências que recebemos e de como podemos, ou não, deixarmos que elas nos afetem. Que afetem nosso estado emocional e nossa paz interior.
  • Estarmos cada vez mais cientes de como podemos, ou não, viver nossa essência colaborativa, contribuindo com as pessoas ao nosso redor ao mesmo tempo em que respeitamos a individualidade e o momento de aprendizado de cada uma delas.
  • Estarmos cada vez mais cientes de que não existe ser humano melhor do que outro. Se qualquer ser humano está aqui é porque, assim como nós, também possui desafios a vencer para ampliar sua consciência. Ou seja, todos estamos juntos e somos iguais.
  • Estarmos cada vez mais cientes de que podemos sempre colocar em prática, aqui e agora, pensamentos e ações que fortaleçam ainda mais nosso estado de consciência.

Esta lista retrata o quanto poderíamos desenvolver nossa consciência durante todas as fases de nossa vida, se não tivéssemos, é claro, sido educados para viver sob aquelas crenças ilusórias da escassez, da competição, das expectativas futuras e do controle. Ilusões que nos aprisionaram e nos afastaram do desenvolvimento natural de nossa consciência. Será que em algum momento da vida nós recebemos uma educação, seja ela formal ou cultural, que nos ajudou a estar cada vez mais cientes de qualquer um dos pontos listados acima ?

A desconexão

Se ainda não pensaram sobre isso, já adiantamos que resposta é não. Nós nunca recebemos esse tipo de educação ou orientação. Não fomos nem formalmente e nem culturalmente educados para sermos seres humanos conscientes. Muito pelo contrário, o desenvolvimento de nossa consciência foi sendo interrompido a partir do momento em que, tanto formal como culturalmente, fomos obrigados a aprender e adotar a escassez, a competição e o controle como padrões, e então passamos a viver em mundo imaginário de apegos, de egos, de conquistas materiais e sociais, de expectativas de futuro e de aprisionamentos ao passado.

Otto Scharmer, catedrático de MIT (Massachussets Institute of Technology) e autor da Teoria U, mostra com inúmeras pesquisas a nível mundial que a humanidade se encontra em tamanho estado de ilusão, que conseguimos chegar ao ponto de estarmos vivendo uma vida totalmente desconectada de nós mesmos, de outros seres humanos e da natureza.

Quanto menos consciência, mais iludidos vivemos e mais desconectados estamos. Mais estamos agindo, fazendo e buscando coisas que acreditamos que nos levam rumo a uma felicidade, mas que de fato estão contribuindo mais ainda para nosso próprio sofrimento e também de outros. Por estarmos carregados de expectativas futuras e pouco alertas ao nosso momento presente, ou seja, às sensações e avisos que nosso corpo e as pessoas à nossa volta estão nos trazendo, não conseguimos perceber a conexão que existe entre as ilusões que perseguimos e as consequências dolorosas que sofremos. Aprendemos somente a justificar estas consequências dolorosas, ou nos conformar com elas e achar que são inerentes à vida, ou nos vitimizar diante delas. 

O único caminho que nos tira dessa vida de ilusão é a retomada daquele desenvolvimento de consciência que foi interrompido lá atrás, ao final de nossa infância, e que ficou atrofiado ao longo de nossa vida. Pois a consciência pode, pouco a pouco, ir nos trazendo de volta para o aqui e agora, para o presente, para a realidade, para a maneira mais eficaz, menos dolorosa e mais tranquila de lidar com a vida, com as pessoas e com as situações que o mundo nos traz. O despertar desta consciência pode nos trazer de volta para a maneira mais natural e saudável de viver, que é reconectados com nós mesmos, com os outros seres humanos, e com a natureza, com força e a paz interior que nos permite lidar com qualquer situação da vida.   

O caminho sem volta 

Esse despertar nos permite perceber que o único momento que existe é este que estamos vivendo, e que neste momento temos o poder de cultivar cada vez mais, esta nossa consciência. Temos o poder de refletir e de interagir com outras pessoas buscando estar, cada vez mais, cientes de todos os pontos que foram listados acima.

E como a humanidade é o espelho dos seres humanos que aqui estão, cada pouquinho de consciência que é despertado em qualquer um de nós está contribuindo com o grande despertar de consciência da humanidade. Portanto o maior bem que podemos fazer para a humanidade, o maior legado que podemos deixar, é o despertar de nossa própria consciência.

Porque é algo sem volta. Pessoas podem lutar contra a consciência por estarem vivendo em ilusão. Mas nunca uma pessoa que despertou consciência consegue voltar para um estado de ilusão. Porque a consciência é muito mais forte do que a ilusão. Uma pessoa consciente sozinha, no meio de um monte de pessoas iludidas, consegue influenciar e despertar muitas outras pessoas. Porém, uma pessoa iludida sozinha, no meio de um monte de pessoas conscientes não consegue nada. Ou ela também desperta sua consciência, ou ela some.

A ilusão só conseguiu se estabelecer em cada um de nós, e também na humanidade como um todo, porque nos pegou a todos em um estágio de nosso desenvolvimento onde nossa consciência ainda era um bebê, ou seja, quando ainda não tínhamos força e nem condições de estarmos cientes de nós mesmos.

Por outro lado, esta ilusão de escassez, competição, controle e conquistas materiais e sociais que vivemos, e todo o sofrimento que a humanidade viveu e ainda vive como consequência desta ilusão, também não foram errados, ou ruins. Não precisamos nos rotular ou rotular a humanidade por feito essa escolha e por sofrer suas consequências. Toda esta ilusão e suas consequências foi, e está sendo, essencial para nós, porque está nos permitindo neste estágio de humanidade e de nossa vida, despertar nossa consciência.

Talvez se nada disso nunca tivesse existido, nunca seríamos capazes de despertar para esta consciência que agora podemos despertar.

Vejam bem, o estado de consciência nos permite até mesmo isso, sermos gratos à ilusão e ao sofrimento que carregamos durante algum tempo. Porque ao experimentarmos, errarmos, sofrermos, entendermos e nos responsabilizarmos pelas consequências de nosso erro, seguramente nós aprendemos, nós desenvolvemos consciência, e seguramente nós, tanto o ser humano como a humanidade, não cometeremos o mesmo erro novamente. Portanto, o fato de queremos sair da ilusão não significa que ela foi ruim, significa que estamos aprendendo com as consequências do erro que cometemos, e que portanto, graças a este aprendizado, nos tornamos seres humanos mais conscientes, e estamos tornando a humanidade mais consciente. Tudo é como deve ser !.

E no final das contas, ao nos tornarmos mais conscientes, temos certeza absoluta que, pelo menos para nós, o mundo e humanidade também estarão se tornando cada vez melhores. Não porque de fato estejam mesmo, porque é impossível quantificarmos isso, mas sim, porque nosso estado de consciência nos fará enxergar, e atrair para nosso redor, este mundo realmente cada vez melhor.   

 

* Os 5 maiores arrependimentos dos pacientes terminais: 

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto. 
3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos. 
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.