Muitas opiniões são dadas e muitas pesquisas são feitas. Todas visando entender e explicar essa tal de felicidade. Afinal, é algo momentâneo ou é algo perene? Uma conquista ou uma aceitação? É algo individual ou é algo que vale para todos? Dá pra ser feliz com tanta desgraça no mundo? Vale a pena viver sendo infeliz? É possível ser feliz em nossa sociedade?

Iniciamos este episodio com uma reflexão sobre o quanto felicidade está relacionada à consciência daquilo que está, ou não, sob nosso controle. O quanto depende de nós mesmos sair de um estado de vítima das circunstâncias através da mudança de nossas interpretações da realidade. Sobre esse assunto ouvimos a música A culpa é sua, de Nado Carvalho. Então nos aprofundamos um pouco mais nesta fala de Clovis de Barros Filho (https://youtu.be/4IMSYDGo6mA) onde, citando Schopenhauer, ele nos mostra que felicidade reside na inutilidade. Inutilidade que nos permite contemplar tudo aquilo de belo que já existe à nossa volta, e então, sairmos do estado onde ficamos perseguindo o que nos falta. E finalmente debatemos sobre o vídeo que de Douglas Gonçalves, do napacast (https://www.youtube.com/watch?v=jeOfQ…), que viralizou essa semana, onde se demonstra que a liberação de Ocitocina em nosso organismo, ao realizarmos atos desinteressados, responde por um estado de plenitude máxima.

 

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