Regina Hostin

Vulnerabilidade: esconder ou mostrar?

Há dias venho pensando por que falar para um grande público me assusta. Só de me imaginar no palco e um grupo de cem pessoas na frente, começo a suar. Tentei fatiar esse sentimento que toma conta de mim. Então me imaginei falando sozinha no palco, sem público. Me imaginei também falando com um pano na frente e as pessoas só me ouvindo. Nada disso me assustou. Descubro que o que me apavora é todos estarem olhando para mim.  E…

Alimento para o corpo e para a alma

Saímos em carreata para um lugar desconhecido. Um dia no sítio, no Baú, em Ilhota. Parada no caminho para comprar o pão caseiro e mais 20 minutos de estrada. Estrada de terra, mas boa, caminho entre os verdes e muitas hortênsias. Ar puro e fresquinho. Na chegada, uma pausa para o café. Entre falas e risadas, o som suave das águas do pequeno riacho competia com o barulho da cidade, ainda presente nas nossas mentes. Um reconhecimento à área e…

Transição crocante

Quarta-feira, 29 de março, 17h30 Café com Andressa. Minha agenda lembrava que falaríamos sobre a oficina Transição,  criada com base no livro Quando o hoje já não basta, para a  qual Andressa forneceria pães artesanais. Riso fácil, jeito simples. Ela é assim. Cobre parte do rosto com as mãos quando sorri. Conta seus causos sem enrolação. Estudou desenvolvimento de web. Trabalhou na área. Mas um dia tudo mudou. Um dia o chefe chegou e disse: “Você tem muita dívida, menina?…

Transição, um abraço em toda a vida

Quando comecei a sentir um incômodo recorrente e inquietante com o meu dia a dia, sabia que este sentimento não me abandonaria tão cedo. Ele chegou de mansinho, expandiu-se como um forte sentimento de desconexão e, por mais que tentasse negá-lo, estava dentro de mim. Até o dia em que tive que dar o próximo passo. E o próximo passo foi apenas o primeiro passo de muitos, num longo caminho sem volta, uma jornada de transformações. Eu sabia que era…

Cravadas no coração

Vejo posts de colegas que conheci em viagens, mostrando que voltaram à cidade que nos encontramos, cumprindo a promessa feita em algum desabafo, naquele momento em que estávamos tão longe de casa. Gente que já tinha ficado um ano inteiro naquele pedaço de chão para estudar ou trabalhar e que sofreu ao ir embora, que ainda revê as fotos e que se reúne com companheiros daquele momento do passado, para “reviver” a cidade. Fico pensando sobre este movimento de voltar…

Movimento Orgânico – Ajudamos, inspiramos e influenciamos pessoas para que LIBERTEM-SE DE CRENÇAS, tanto pessoais como sociais, que as impedem de viver,  aqui e agora, a vida que nasceram para viver.